Estava passando pelo blog da Denise e peguei carona no texto que ela postou hoje “O Mundo da Criança”, falando das histórias infantis e dos livros que marcaram a sua infância. Nunca tinha parado para pensar muito nisso, mas ocorreu-me durante a leitura que entre todas as “princesas” das histórias infantis, quando eu era criança não queria ser nenhuma delas. A história que eu mais gostava era justamente a que não tinha princesa, “A Bela e a Fera”.
Viajando um pouco nas idéias, observe bem a história: a Bela, heroína da história, é toda estranha e fora dos padrões das demais princesas das histórias infantis. Ela passa a maior parte do tempo lendo, dá vários foras bem desaforados (desaforado no padrão Disney) no valentão de cérebro diminuído da cidade, o Gastão. Ah! E ela sofre mesmo quando resolve salvar o pai e depois a Fera! E não porque fica fazendo faxina na casa das irmãs feias ou bordando eternamente. Aliás não me lembro de ela limpar nada no filme.
O melhor de tudo é que nesta história é a futura princesa que salva o príncipe com um beijo! mas feminista em conto de fadas acho que é difícil…hehehe!

Para saber mais:
A Bela e a Fera no site do terra
A Bela e a Fera no Wikipédia

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