Aulas de Make – 1 e 2

      Há uns três anos atrás comecei a me interessar por maquiagem. Na verdade, não sei exatamente porque surgiu o interesse, acho que na época tantas coisas estavam mudando na minha vida que eu resolvi aprender coisas novas. Hoje acho engraçado lembrar quando eu saía por aí me achando máximo só com um blush super mal passado (que medo!). No fim, tanto procurei e testei produtos e visuais que resolvi começar a maquiar os outros. Mas sempre falta aprender alguma coisa ( ou muita coisa) a mais, e ser mais profissional. Comecei a fazer o curso profissional há duas semanas, aqui em Curitiba. Ao todo serão seis meses de curso, uma vez por semana.
Na primeira aula foi mais aquele momento para todas se conhecerem e falarem muitas frescurinhas sobre maquiagem. Vc conhece tais bases? E os produtos da M.A.C? E a tal máscara de cílios? Parecia realmente um divertido encontro de mulherzinhas. Claro que isto ficou ainda mais forte quando a professora começou a explicar a lista de materiais que serão necessários no curso. Alguns materias eu nem sabia o que era, como o tal do palinete. Outros eu connheço e não sei usar, como os pancakes.
A segunda aula já foi na sala de maquiagem e algumas meninas já levaram parte do material. Conversamos sobre os produtos comprados, qualidade e preços dos nossos materias de trabalho e a importancia de escolher bem para realmente obter o resultado esperado. Eu não tinha separado ainda os materiais, mas foi legal ver as escolhas das outras meninas. Depois aprendemos sobre formatos de rosto ( quadrado, triagular e por aí vai…). Descobri que tenho um rosto com o formato triangular invertido, coisa que, para falar a verdade, eu nunca tinha parado para pensar. Saí da aula olhando para as pessoas na rua e vendo quadrados, retangulos, circulos..aff! Isso vicia!
Bem, a próxima aula será sobre auto maquiagem. Estou separando meus materias, semana que vem eu conto as novidades.

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Meu dia de Maria Lenk às avessas (Ressucitando textos antigos I)

 E lá fui eu com uma idéia fixa na cabeça:este semestre tudo vai mudar. Então, o que no mundo pode ser mais díficil para a Zoca do que qualquer matéria da faculdade, dividir a casa com outras 33 mulheres e tomar banho frio no inverno? Muito simples: natação. Eita esporte apavorante! Mas, como estava com a tal idéia fixa de que tudo vai mudar, pedi de presente de aniversario pra mãe a inscrição na natação da UFSC.
Inscrição paga, turma escolhida, fui para a primeira etapa do sacrifício: a compra do maiô. Existe coisa mais pavorosa do que um maiô? Aquele negócio é a coisa mais horrível do mundo!Como estava com pressa e com pouco dinheiro, as opções foram ainda piores. Prova um, prova outro, tudo medonho! E ainda tem revista de moda que diz que se vc não tem um corpo de top model vc deve usar maiô. Justamente o contrário. Esse tipo de editora nunca deve ter feito natação!
Já estava cansada de tanto prova-prova e tanto aperta-aperta (por que maio aperta pra caramba!), quando a vendedora sugere:
-Ah, eu tenho aqui um que é tipo um macacãozinho, e é o mesmo preço.
-Bah, mas é muito ridículo! Tem certeza que alguém usa isso?
-Claro. As clientes estavam reclamando porque estava em falta!
Provei o dito cujo macacãozinho. Mais ridículo ainda, parecia que eu ia nadar no Tiete no tempo que não era poluído. Porém, como quase tudo no mundo que é muito ridículo é muito confortável….
-Mas vc tem certeza que alguém usa isso na piscina?
-Claro moça, estou te dizendo!
Cheque para trinta dias, pagação de mico para o outro dia. Saí da loja com o tal macacãozinho preto com listras rosas. Aff!
Primeiro dia de aula. Cheguei antes para me ambientar com aquele ambiente apavorante de piscina. Procurei insistentemente alguem com o dito cujo macacãozinho também. Ninguém. Concluí que provavelmente a única pessoa de 22 anos que a vendedora conseguiu passar a história de que aquela maravilhosa peça era muito usada fui eu. Fazer o que, já foi. Roupa trocada, óculos, touca, chinelinho e a cara de susto da instrutora ao ver a minha linda peça. Respondi com a minha simpática cara de “tah olhando o que?”, mas eu queria mesmo era voltar correndo para a loja.
Entrei na piscina, os mais alegres já saíram nadando e eu lá, agarrada na borda.Para piorar tinha uma senhora na raia do lado que não queria largar a borda de jeito nenhum de tanto medo (ela não sabia nadar nada). Vem a instrutora:
-Vcs sabem nadar?
-Não
-Ah, então tá (e vem com aqueles espaguetes ridííiículos!).
-Calma! Quer dizer, eu sei nadar, mas é que eu nadei dos 7 aos 10 anos de idade, então estou meio enferrujada e precisava relembrar algumas coisas relacionadas à tecnica. Ah, e EU TENHO BRONQUITE! (assim, com bastante enfase para se eu morrer na piscina ela não dizer que eu fui descoordenada!)
-Ok! (e me deu uma pranchinha: )
Por 40 ou 30 minutos, não sei bem, achei que ia precisar de resgate no meio daquela piscina. Mas sobrevivi. Voltei para o vestiário e descobri que realmente, várias pessoas usam o tal macacãozinho. Várias senhoras da terceira idade que estavam no seu horário de hidroginástica! Aff de novo!
Entretanto, depois desta estréia de king kong, com várias crises de falta de ar a achando que cada braçada seria a última da minha vida, eu continua fazendo as aulas sem faltar nenhuma. É bom. E o macacãozinho, bem é ridículo,mas debaixo d’água soh que faz diferença é o conforto mesmo.

ps: para saber sobre a Maria Lenk, nadadora de verdade, clique aqui.

Texto publicado originalmente em 16/09/07, no já falecido blog nãotenhoperfil.blogspot

Recomeçar é difícil?

Todos nós já dissemos a célebre frase: segunda-feira eu começo. Tratando-se de exercícios físicos, esta frase é mais típica ainda, acredito que só perca para as dietas. Começar uma atividade física e manter uma freqüência aceitável é para 90% (ou mais) das pessoas muito difícil.  Manter um horário organizado e lidar com o cansaço provocado pelo dia-a-dia são apenas as primeiras dificuldades que encontramos. Depois que resolvemos estas questões, vem as dores no corpo, normais, até certo ponto, nas primeiras semanas de treino. Nessa hora, passa aquele corredor ao teu lado, em um super pique, correndo com cara de feliz e você ali, quase morrendo para fazer o primeiro quilômetro. Se você já passou por isso e se sentiu meio idiota, entre para o clube. Quando começamos a fazer qualquer atividade, é normal comparar o desempenho pessoal com o dos outros atletas amadores.  Ainda não conhecemos bem os limites do nosso corpo e levamos um bom tempo para aprender isso. Acho que no fim a gente não vai saber nunca com certeza qual é o nosso limite. O bom é que, na corrida, ao contrário de muitas outras coisas na vida, não tem espaço para malandrão: quem treina, consegue, é a regra irrevogável. Claro que cada um tem o seu tempo, o seu ritmo. Quando eu morava em Floripa, costumava correr com um amigo que, apesar de às vezes ficar parado por semanas, quando voltava, já começava com 05 km em vinte minutos. Nunca consegui isso, sempre tive que ir no ritmo do “devagar e sempre”.

Corrida vicia, mas leva um tempinho. Antes do vício, quando se corre por prazer e pelo desafio, é preciso encontrar alguma motivação que te faça levantar e sair correndo mesmo nos dias de chuva. Há seis anos, quando comecei a correr, meu único objetivo era melhorar o condicionamento físico para os treinos de rugby e hóquei na grama. Tosca como era, corria com um tênis All Star super velho, até que meus joelhos e pés começaram a reclamar e comprei um tênis próprio para corrida. Hoje, o principal motivo para correr é perder os últimos três quilos dos dez que ganhei em 2009 (faltam 2,5 kg!). Depois disso, volto a pensar em tempos, quilometragens e longões. O importante é que já estou correndo há algumas segundas-feiras.

 

Correr maquiada?

Vaidade estampada


Maquiagem na corrida? Sim, um look interessante, sem atrapalhar nem passar da conta, é possível e pode te deixar impecável na hora da atividade física

 

Maquiagem para trabalhar, ir a festas, badalar à noite e por que não para correr? Para algumas mulheres pode parecer impensada e pouco comum a combinação entre maquiagem e corrida. Mas o fato é que, ainda de forma tímida, a vaidade está conquistando as pistas. Alguns cosméticos já são bastante comuns entre as corredoras, como é o caso dos batons e dos brilhos labiais. “De 80 a 90% das mulheres que correm usam batom e ele é 100% liberado”, revela a treinadora Camila Hirsch, diretora técnica da assessoria esportiva Personal Life. Uma opção interessante para os treinos ao ar livre são os batons hidratantes que contêm protetor solar – bons para evitar que os lábios fiquem secos e rachados.

Outro item que, segundo Camila, ganhou espaço na nécessaire das corredoras é a base com protetor solar. O produto tem efeito duplo: além de proteger o rosto dos efeitos nocivos do Sol, esconde pequenas imperfeições, como espinhas e manchas.

É bom ficar atenta na hora de escolher os cosméticos que lhe acompanharão durante a corrida. É importante optar por produtos que garantam uma boa fixação – cujos riscos de borrar o rosto e manchar a roupa são menores. A dermatologista e corredora Rosiane Boabaid aconselha o uso de bases compactas, pois são mais resistentes ao suor. “No caso de peles oleosas, o tipo de pele mais comum entre as mulheres brasileiras, o melhor é que o protetor solar e a base sejam também oil free (livres de óleo)”, afirma.

Em seu histórico de corridas, a dermatologista reúne provas de curta distância e também uma meia-maratona. Nessa trajetória a maquiagem sempre foi sua grande aliada: já usou blush, rímel, base e corretivo. Mas afirma que a regra entre as corredoras ainda não é essa: “Devido à minha profissão, acabo observando bastante e o que noto é que ainda são poucas as mulheres que utilizam maquiagem nas corridas”, observa Rosiane.

A treinadora Adriana Piacsek, da assessoria esportiva Treinamento Para Mulheres, confirma: “Eu, particularmente, nunca vi ninguém correndo maquiada. No entanto, desde que não atrapalhe a prática e que a pessoa goste e se sinta bem em usar, não vejo problema.” De acordo com Rosiane, o rímel está liberado para todas. Uma dica são as versões à prova d’água. Como corredora, ela testou e garante: “Não borra!” Para os percursos mais longos, superiores a 10 km, sua sugestão é a de que se use a opção incolor do produto.

Entretanto, nem todas as mulheres estão livres dos problemas causados pela utilização de certas maquiagens durante os treinos. Rosiane explica que o uso de produtos cosméticos para correr, e praticar atividades físicas em geral, pode causar bastante desconforto em quem possui sudorese (excreção de suor) excessiva ou irritações na pele. Nesses casos, é melhor evitar o uso de bases e corretivos, pois os produtos podem atrapalhar a prática esportiva, além de prejudicar o visual da corredora.

Para as vaidosas de plantão, a treinadora Camila deixa a dica: “Quem não dispensa a maquiagem durante os treinos, o conselho é usar algo bem leve e sutil.” Com a mesma opinião, o maquiador Marcos Costa complementa que o ideal é que mal se note a presença de maquiagem: “A corredora deve optar sempre pela discrição e usar tudo muito leve. Pouca base e um batom suave.”

*Por Anna Ligia Machado

 

Texto publicado originalmente no site da revista O2

 

Creminhos!

Lembra da tal pele seca que eu reclamei uns posts atrás? Então, chegou o gel de limpeza e o creminho. Está quebrando um galho e tanto, mas o mais engraçado é que os produtos tem o cheiro daqueles xampus Aquamarine dos anos 90…hehehe. Está aprovado!

ps: Como este não é um blog sobre maquiagem/cosméticos/coisas afins, eu não escrevo resenha, é só um comentário mesmo.

Feliz 1º ano de Curitiba!

Comemorando o primeiro ano com Marilyn Monroe!

Opa, falha minha! Mas ontem (dã) completei meu primeiro ano de retorno à Curitiba, depois de seis anos residindo em Florianópolis.  Reencontrei amigos de infância, fiz alguns novos, e voltei a dieta do pierogi no domingo e quentão na feira de inverno da praça Osório/Ucrânia. Depois de um ano, já estou mais acostumada com o jeitinho curitibano de ser, onde todos me acham espevitada (ou hiperativa, como já me disseram) e a maioria dos vendedores reparam nos meus sapatos!

Que venha o próximo ano ( de preferência com um trabalho…)!

Desafio é….

…correr no parque Barigui, à tarde, no feriadão. Além de praticar a sua corrida, você também pratica desvio de crianças menores de cinco anos, salto sobre cachorros enlouquecidos em suas coleiras, fuga de bolas de futebol. Exercita também a sua paciência com casais apaixonados que ocupam a pista toda e esquecem-se do resto do mundo e claro, os ciclistas de final de semana, que ADORAM parar de repente, bem no meio da pista, atrapalhando a vida de todo mundo. Hoje ao menos não estavam lá, para completar o circo, os manos-playboys, com seus sons de carro no último volume (fenômeno típico também do parque Moinhos de Vento em Porto Alegre).  Corri bem pouco, acho que foram uns 3,5km ou 04 km, em ritmo beeeeeem lento, só por desencargo de consciência mesmo. Quero ver se volto a ter a disciplina de correr dia sim, dia não, ao menos até terminarem as aulas.  Mas para isso, vou dar o braço a torcer para a minha mãe, vou ter que começar a acordar mais cedo. Primeiro por causa do sol, que não é lá o meu melhor amigo, e outra por causa do movimento nas ruas. Correr na rua, fora das canaletas, sozinha, dependendo do horário é muito perigoso. O trânsito em Ctba é bem diferente do de Floripa.  E claro, o parque não estava tão caótico assim, eu é que ando bem mais chatinha do que o meu normal. Bah! Sabia que o banheiro do parque é até que razoavelmente limpo? Tive que usá-lo e fui pronta para uma tragédia, já trancando a respiração e, quando entrei… banheiro bem normal! Aproveitei e olhei minha cara no espelho. Realmente, eu fico uma ogra correndo! Muito feia, uahuahauah!  Eu não ficaria comigo mesma, sairia correndo na direção oposta!

Amanhã, conforme eu acordar, corro de novo.

Rápidas:

Minha pele está absurdamente seca. Não vejo a hora que cheguem os meus creminhos. Será que tem a ver com a relação correr na rua x vento frio?

Meu tênis de corrida está implorando por aposentadoria. Mas o coitado vai ter que agüentar mais um pouco.

O gramado do parque parece um campo minado, cheio de cocô de capivara e ovelha (viva as ovelhas!)

Alguém aí já comeu BIS de limão? É muito bom!